"Vida e opinião de uma mulher de fases"

17 abril 2015

Como perdi o medo de cachorro

Quem me conhece há muito tempo sabe que eu sempre tive medo de animais no geral e um certo pânico com cachorros. Apesar disso eu sempre fui louca para ter um cãozinho pra chamar de meu, pra abraçar, pra cuidar, pra amar. Com o tempo essa vontade foi ficando cada vez mais forte e eu tive que aprender a superar o meu terrível medo.

*Caso prefira ver o vídeo vá para o final do post.

Ludi e McGee

Na casa da minha tia sempre teve cachorros e eu  nunca senti um carinho especial por nenhum, exatamente pelo medo que eu tinha de me aproximar de algum. Quase todos meus amigos tinham cachorro e quando eu ia visitá-los eles tinham que prender os bichinhos, porque eu não conseguia ficar perto, sempre achava que seria atacada, ainda que por um pinscher. 

Com o tempo eu fui vendo a relação que todo mundo tinha com cachorros e eu queria aquilo pra mim. A minha primeira tentativa foi com a Pink Floyd. Um colega de escola estava doando filhotinhos e eu convenci meu pai a me deixar adotá-la, na época eu tinha uns treze anos, minha mãe tinha acabado de se mudar pra Espanha e eu pude usar isso como chantagem emocional (sim sou dessas rsrs). Só que a Pink ficava na casa da minha tia Wanda (irmã do meu pai) e eu morava com a minha tia Di (irmã da minha mãe) e não podia ir vê-la sempre, então era minha tia Wanda que cuidava dela. A Pink cresceu e como era mistura de pastor alemão, ficou enorme, assim como o meu medo de cuidá-la e tudo piorou quando minha tia foi morar no cafundó do judas e levou minha pequena gigante com ela. 




O tempo passou, a Pink morreu e eu vim morar na Espanha com a mamis, que não queria de jeito nenhum animais em apartamento, então eu levei acho que mais de um ano, tentando convencê-la a me deixar ter um cachorro e com a ajuda de Deus, sim eu tive que orar muito pra ele quebrantar aquele coração, eu consegui. A primeira coisa que a minha mãe deixou claro, depois de aceitar que eu tivesse o Timothy McGee, é que ela de maneira alguma ela se responsabilizaria em cuidar dele e que isso seria obrigação minha, então minha única opção era perder o medo por bem ou por mal, pois de maneira alguma eu abandonaria outro cachorro, já que o fato de não ter sido responsável pela Pink ainda me consumia. 

E foi aí que começou meu tratamento de choque! Já falei sobre esse começo no post de Aniversário do McGee. Foi difícil me acostumar com a energia de um filhote, mas o pior foi ter que conviver com outros cachorros, já que tinha que levar o McGee para os parques caninos. Com a adolescência dele, também tive que aprender a separar suas brigas com outros cães, até mesmo com um pit bull, mas essas brigas diminuíram com a castração dele. 


Ludi e Mcgee

E foi assim, enfrentando de frente meu medo, que eu consegui derrotá-lo. Hoje eu consigo conviver com outros cachorros, faço carinho e até pego no colo, coisa que antigamente seria impossível de acontecer. O McGee é meu companheiro, que me dá carinho (quando ele quer), me obriga a sair de casa e fazer exercício, me passa raiva, mas também me dá muito amor e até esquenta minha barriga quando eu estou com cólica (como na foto acima).


Veja o vídeo:


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Besitos! 

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