"Vida e opinião de uma mulher de fases"

31 dezembro 2015

Protejo pra 2016: Pote Feliz

Oi gente!
Pra 2015 eu tinha como uma das minhas metas fazer um pote feliz (aqui), só que a ideia não saiu do post e eu decidi que em 2016 seria diferente 

Pote da felicidade

Veja o vídeo que gravei explicando tudinho:




Se inscreva aí:


Caso tenha ficado com dúvidas eu deixo aqui no post tudo explicado.

O que preciso pra participar?
Um pote, papel e caneta.

O que tenho que anotar?
Somente os momentos BONS do seu dia. Nada de anotar coisas ruins porque a intenção do projeto é animar e não te deixar mais na bad.

Durante quanto tempo?
Todos os dias do ano, neste caso 2016. Mas sem pressão! Se algum dia você esquecer, não tem problema. Lembre-se que é um projeto pra te animar e não pra te deixar ansiosa.


Fique a vontade pra participar e se quiser compartilhar comigo e com todo o Twitter algum dos seus acontecimentos felizes, basta tuitá-lo com a hashtag:

#PoteFeliz 


E se quiser ver os meus tuítes sobre o tema é só me segui no @LudimaraSouza.

Gostou do projeto? Pretende fazer?
Besitos!

30 dezembro 2015

Metas do canal alcançadas (2015)

Oi gente!
Eu nunca consegui fazer um vídeo de final de ano. Sempre vinha o Natal, Ano Novo e com todos os preparativos eu me perdia e quando me dava conta já tinha acabado. Desta vez foi diferente, já que não fiz nada no Natal e nem estou organizando nada pra dia 31, e eu resolvi fazer um vídeo e assim despedir 2015 com vocês.

canal do youtube

Esse ano foi bem difícil no geral, mas com respeito ao canal (Ludimarasouza1) eu consegui alcançar as minhas principais metas e vim compartir com vocês neste vídeo:


Se inscreva no canal, por favor! ^^



Gostou do vídeo? Tem alguma dica de tema? Deixe nos comentários!
Besitos

04 dezembro 2015

Americanah - uma resenha com sentimentos

Essa resenha era pra ter saído em Novembro em comemoração do mês da Consciência Negra, mas a bad não deixou e a correria também não. Ficou um vídeo enorme? Ficou. Ficou uma resenha com muitas partes que eu julgo importantes? Obviamente, do contrario eu não teria feito algo tão grande. 

"Americanah"
Titulo original: Americanah
Autor: Chimamanda Ngozi Adichie
Ano de publicação: 2013
País de origem: Nigéria
Nota: 5/5 


Sinopse (traduzida por mim)Lagos, meados dos anos noventa. Como parte de uma ditadura militar na Nigéria e pouco ou nenhum futuro oferecido, Ifemelu e Obinze, dois adolescentes atípicos se apaixonam perdidamente. Como grande parte da sua geração, eles sabem que mais cedo ou mais tarde terão de deixar o país. Obinze sempre sonhou em viver nos Estados Unidos, mas é Ifemelu que recebe um visto para viver com sua tia no Brooklyn e estudar na universidade. 
Enquanto Obinze luta contra a burocracia para juntar-se a Ifemelu, ela está em uma América onde nada é como ela imaginava, começando com a importância da cor da sua pele. Todas as suas experiências, aventuras e desgraças levam a uma única pergunta: ela se converterá em uma "americanah"? Americanah, pega o termo debochado com que os nigerianos se referem aos que retornam dos Estados Unidos soberbos, é uma história de amor ao longo de três décadas e três continentes, a história de como uma identidade é criada fora do ditames da sociedade e seus preconceitos.


Minha opiniãoEsse livro é MA-RA-VI-LHO-SO e todo mundo deveria lê-lo! 
Começando da parte em que os protagonistas são negros e os temas são os que atingem pessoas negras. Eu me identifiquei com a personalidade da Ifemelu em vários aspectos, com algumas das situações que ela viveu e o resultado foi que terminei de ler aos prantos! Não vou falar muito por aqui, que pra isso eu gravei, né?! E no primeiro vídeo eu faço mais um resumo com resenha do livro. Veja:



Já nessa segunda parte eu faço uma análise sobre alguns trechos que considero muito importantes. Veja:




Se inscreva no canal:




Trechos do livro (traduzidos por mim) citados na segunda parte do vídeo:


Oferta de emprego nos Estados Unidos: árbitro para decidir "quem é racista"
Nos Estados Unidos existe o racismo, mas todos os racistas desapareceram. Os racistas são coisa do passado. Os racistas são os brancos malévolos de lábios finos que saem nos filmes sobre o tempo dos direitos civis. Eis aqui a questão: a manifestação do racismo mudou, mas a linguagem não. Por consequência, se você não linchou alguém, você não pode ser considerado racista. Se você não é um monstro chupador de sangue, ninguém pode dizer que você é racista. Alguém deveria dizer que os racistas não são monstros. São pessoas com famílias que os amam, gente normal que paga seus impostos. Alguém tem que se encargar de decidir quem é racista e quem não. Ou talvez simplesmente chegou o momento de descartar a palavra racismo. Buscar algo novo. Como Síndrome do Transtorno Racial. E poderiam definir distintas categorias para quem sofresse essa síndrome: leve, médio e agudo. 
(Página 404 do livro na versão em espanhol)


O que é Obama, se não negro?
Muita gente especialmente não-negros— diz que o Obama não é negro, que ele é birracial, multirracial, branco e preto, qualquer coisa menos negro. Porque sua mãe era branca. Mas a raça não é biologia; a raça é sociologia. A raça não é genótipo; a raça é fenótipo. A raça importa devido ao racismo. Y o racismo é absurdo porque tem a ver com o aspecto de alguém. Não com o sangue que corre por suas veias. Tem a ver com o tom da pele, o formato do nariz e o cabelo crespo. (...) Imagine a Obama com sua pele da cor de uma amêndoa torrada, cabelo crespo, dizendo a uma empregada do censo: Sou mais ou menos branco. Sim, claro, ela diria. Muitos negros estadunidenses tem um antepassado branco, porque os brancos donos de escravos gostavam de andar violando nas senzalas pela noite. Mas se você tem a pele escura, não tem mais conversa. (Então se você é loira dos olhos azuis que diz "meu avó é índio americano e eu também sou discriminada", quando os negros falam das merdas sofridas, por favor, cale-se imediatamente.) Nos Estados Unidos você não tem a opção de decidir a que raça você pertence. É decidido por ti. Barack Obama, com seu aspecto, teria que sentar no fundo do ônibus há cinquenta anos. Se um negro qualquer comete um crime hoje em dia, Barack Obama poderia ser preso e interrogado por corresponder com o perfil. E qual seria esse perfil? Homem negro
(Página 433 do livro na versão em espanhol)

Formato e editora: A editora é a Penguin Random House. O formato é de 23 cm x 14 cm e está dentro da média que eu considero adequada para um livro. A fonte tem o tamanho e formato que amo. O livro está separado em sete partes (porque né, é o número da perfeição rsrs) e em 55 capítulos, todos bem grandinhos. 

Preço: Comprei na Fnac por 24,90 euros (achei caríssimo, mas valeu super a pena). No Brasil o livro também é carinho e custa mais ou menos R$50,00.


O que achou sobre o livro? E sobre a resenha? Pretende ler? 
Besitos!

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